| "O bom caminho é não misturar os papéis da relação amorosa com a relação profissional" | Atualmente o trabalho consome a maior parte de nosso tempo e as atividades sociais inerentes a ele entram nesse cotidiano. |
Um olhar, um gracejo, aquela esticadinha no happy hour são comuns, e é aí que mora o perigo.
Mas como balizar uma relação passional, um estopim de emoções favoráveis e adversas que podem lhe tirar a razão?
Mas como balizar uma relação passional, um estopim de emoções favoráveis e adversas que podem lhe tirar a razão?
A primeira atitude quando se nota o surgimento da relação, é a decisão de racionalizar os sentimentos, segregando o pessoal do profissional. É fácil imaginarmos a intenção, mas a ação pode ser desastrosa. Não somos seres assim tão práticos e em diversas ocasiões os impulsos podem sobrepor à razão e criar situações delicadas. Ou seja, por mais que o casal decida manter a relação sigilosa, haverá o risco de ato falho, inconscientemente pistas são deixadas e acabam revelando a relação: queremos que os outros saibam quando estamos apaixonados e quem é o(a) felizardo(a), e assim buscamos aprovação.
Variáveis
Existem duas variáveis centrais nas relações entre colegas: a possibilidade real de surgir conflitos que podem afetar simultaneamente a vida emocional e a carreira. Por outro lado, o indivíduo carente fica exponencialmente mais susceptível a se envolver no trabalho de forma espontânea, já que passa a maior parte de seu tempo útil dentro desse ambiente.
As empresas reconhecem essa possibilidade e pela lei trabalhista não podem proibir seus funcionários de terem um relacionamento amoroso. No entanto, não custa verificar qual é a política da empresa onde você trabalha, em relação a namorar um colega de trabalho.
Independente disso, embora na prática não seja tão simples assim, os limites entre vida profissional e pessoal devem ser respeitados.
As empresas reconhecem essa possibilidade e pela lei trabalhista não podem proibir seus funcionários de terem um relacionamento amoroso. No entanto, não custa verificar qual é a política da empresa onde você trabalha, em relação a namorar um colega de trabalho.
Independente disso, embora na prática não seja tão simples assim, os limites entre vida profissional e pessoal devem ser respeitados.
Dez cuidados para quem tem um relacionamento amoroso no trabalho:
1º) Evite carícias, apelidos, cena de ciúme nas dependências da empresa;
2º) Evite troca de e-mails pessoais e bilhetinhos dentro do local e horário de trabalho;
3ª) Detalhes do relacionamento não devem ser comentados nunca;
4ª) Evite brigas, discussões e choro por telefone, mesmo que seja dentro do banheiro, devem ser evitados, pois geram fofocas;
5ª) Controle seus impulsos e separe sempre seus sentimentos de suas atividades profissionais, altos e baixos podem interferir na sua produtividade;
3ª) Detalhes do relacionamento não devem ser comentados nunca;
4ª) Evite brigas, discussões e choro por telefone, mesmo que seja dentro do banheiro, devem ser evitados, pois geram fofocas;
5ª) Controle seus impulsos e separe sempre seus sentimentos de suas atividades profissionais, altos e baixos podem interferir na sua produtividade;
5º) Conviver simultaneamente numa relação amorosa e profissional requer a habilidade de passar de um papel para o outro com a destreza de um equilibrista;
6ª) Não controle, nem impeça as amizades do seu companheiro com os demais colegas de trabalho;
7º) O bom relacionamento interpessoal do par amoroso pode ser confundido com namoro. É incrível, mas quem está à volta sabe se vocês estão tratando de assunto de trabalho ou namorando...
8º) Cuidado para não correrem o risco de se distanciar do grupo de trabalho e alimentar esse tipo de suspeita;
6ª) Não controle, nem impeça as amizades do seu companheiro com os demais colegas de trabalho;
7º) O bom relacionamento interpessoal do par amoroso pode ser confundido com namoro. É incrível, mas quem está à volta sabe se vocês estão tratando de assunto de trabalho ou namorando...
8º) Cuidado para não correrem o risco de se distanciar do grupo de trabalho e alimentar esse tipo de suspeita;
9º) Caso exista um real interesse entre o(a) superior(a) e subordinado(a), antes de qualquer atitude, deve ficar claro que não haverá qualquer favorecimento ou malefício como consequência desse romance;
10º) Caso o relacionamento termine, é importante manter a ética e não sair falando mal do outro.

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