terça-feira, 27 de novembro de 2012

Viva bem a terceira idade4


 Viva bem a terceira idade
A receita básica para uma existência melhor contém ingredientes como alimentação saudável, exercícios físicos, manutenção de bons hábitos e ajuda da medicina preventiva. Veja como conseguir isso através desse prático manual para se viver mais e melhor
NA PISTA DE UM GENE ANTIENVELHECIMENTO
O ritmo de envelhecimento é determinado pelos genes e pelo estilo de vida. Isso explica porque uma pessoa de 60 anos, por exemplo, pode aparentar ser mais nova ou mais velha do que outra da mesma idade. Em todo o mundo, cientistas tentam barrar os até agora inevitáveis efeitos do tempo sobre o organismo por meio do estudo do genoma humano. Uma das mais recentes descobertas foi feita por pesquisadores do Instituto Salk, da Califórnia, nos Estados Unidos, com participação do médico e cientista brasileiro Gustavo Maciel. Eles concluíram que o processo de envelhecimento é regulado por um determinado gene, que recebeu o nome de Smk-1. A partir de agora, muitos outros estudos terão de ser feitos até que seja possível interferir na ação desse gene.
CÉREBRO X ENVELHECIMENTO
 FOTOS: SÍMBOLO IMAGENSUm dos problemas que podem surgir na terceira idade é a perda de memória. Jerson Laks, coordenador do Departamento de Psiquiatria Geriátrica da Associação Brasileira de Psiquiatria, afirma, no entanto, que é um mito associar os esquecimentos ao envelhecimento. "A perda de memória é um processo patológico que pode acometer idosos. O envelhecimento é um fator de risco, mas não é a causa do problema", afirma. O médico explica que, com o passar dos anos, existe uma modificação no padrão de memória. Portanto, certos esquecimentos não significam doença. "A situação se torna preocupante quando há uma perda consistente e progressiva da memória", explica Jerson Laks. Quando os esquecimentos começam a atrapalhar a vida da pessoa, tornando-a incapaz de realizar suas atividades normais, configura-se um quadro de demência. A mais comum delas é o mal de Alzheimer. Segundo Laks, algum tipo de falha de memória atinge cerca de 5% dos idosos ao 65 anos; dos 80 a 85 anos, a incidência chega a 20%. "Não se pode evitar a perda de memória, mas há como manter os fatores de risco controlados", diz Laks. Para isso, é importante investir em dieta equilibrada e exercícios físicos. "Uma alimentação pobre em vitaminas, assim como o colesterol alto afetam o cérebro, enquanto a atividade física evita o declínio cognitivo", diz.
 

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